Com o Aplicativo Força de Vendas você fecha vendas de onde estiver

 

Em momentos de crise, o que mais precisamos é de criatividade. Este assunto pode até parecer clichê mas é a realidade. A inovação, é a única saída para esses períodos de escassez. Nesses momentos ou você inova ou fica para trás. E o app Força de Vendas – Explend GM é o que faltava para ajudar nas suas vendas. 

E uma das formas de praticar essa mudança é conseguir vender mesmo sem estar na sua loja, e aí você pensa: “Como eu vou vender se não posso nem abrir a minha loja?”

No mundo em que vivemos hoje o que mais existe são soluções para isso. E uma das principais soluções é o Aplicativo Força de Vendas – Explend GM. Vamos te dar algumas dicas de vendas, para você ter sucesso, mesmo sem estar na empresa, e mostrar a facilidade que é utilizar esse App. Continue lendo e entenda como ele funciona!

 

Algumas ideias que você pode (e deve) adotar:


SITE

A primeira de todas, tenha um site, um site legal, “leve”, fácil de ser utilizado, pensando sempre na experiência do seu cliente. Onde você tenha uma vitrine virtual para que os seus clientes vejam os seus produtos e possam escolher qual quer adquirir.

 

E-COMMERCE

Transforme sua loja física em uma versão virtual, atenda seus clientes a qualquer hora e onde eles estão: na internet! Existem várias plataformas no mercado disponíveis para uso imediato, muitas delas com custo zero para você dar o ponta pé inicial, como por exemplo: NuvemShop, Irroba. E nós podemos te ajudar! Nosso ERP fornece integração em que é possível enviar todos os seus produtos cadastrados no sistema e também integrar com o Mercado Livre para aumentar mais as suas vendas pela internet.


REDES SOCIAIS

Caso você não tenha condições de ter o site do seu negócio, uma outra solução é ter (e manter atualizadas) suas redes sociais, muito bem abastecidas de fotos, informações, tira dúvidas, canais de atendimentos, para que tudo que seu cliente possa querer, ele encontre ali, de forma fácil e rápida, e não se perca quando quiser adquirir um produto ou serviço.


LIVES

Mais uma sugestão é você fazer lives de vendas. Isso mesmo, as lives podem ser realizadas para a venda de qualquer tipo de produto ou serviço. Muitas lojas começaram a fazer esse tipo de ação e estão conseguindo vender mais do que se estivessem com a loja física aberta. Organize mostrando os seus produtos, serviços, suas soluções para seus clientes. Faça desfiles virtuais, provadores virtuais, demonstração de produtos. Abra canais de comunicação para seus clientes, para que eles vejam, apreciem, escolham e deem a “martelada” final para adquirir o que você está oferecendo.

Tenha uma equipe bem treinada para ela que consiga, junto com você, coordenar essa ação. E assim que as vendas forem fechadas, já organize uma entrega rápida, prática, com diversas formas de pagamento para facilitar a vida dele, o seu bem mais valioso, seu cliente.

E uma questão que você pode estar pensando: “Mas como eu vou controlar o meu estoque, a entrada e saída dos produtos sem ter problemas de ‘furo’, de falta de mercadoria ou venda a mais do que eu tenho?” Veja a seguir…

 

APP FORÇA DE VENDAS – EXPLEND GM

 

Aí vem o “pulo do gato” que você esperava. Com a ferramenta correta, com o sistema certo, você consegue isso e muito mais. A Explend Soluções possui em seu sistema Explend GE o módulo (aplicativo) que se chama Força de Vendas – Explend GM, nele, você e seus vendedores, têm acesso a todos seus produtos, e vocês podem fechar as vendas, cada um de sua casa, ou de onde estiver, sem problemas com furo no estoque ou erros desse tipo.

Você separa o produto que seu cliente escolheu, cor, tamanho, quantidade, fecha a venda, emite a nota fiscal e pronto, venda concluída. Em seguida é só organizar a entrega do produto.

Se você possui vendedores externos a ferramenta Força de Vendas – Explend GM irá melhorar seus processos e otimizar seus ganhos, garantindo a autonomia que o seu vendedor necessita.

 

Vídeo de algumas telas do Força de Vendas - Explend GM
Vídeo de algumas telas do Força de Vendas – Explend GM


O Força de Vendas – ExplendGM permite a você emitir pedidos de onde estiver, sem a necessidade de usar a internet, isso porque utilizamos cargas para fazer a troca de informação, somente nesse momento o dispositivo precisará de uma conexão com a internet, então use tranquilamente na rua emitindo os pedidos e depois faça a sincronização com o sistema de retaguarda, isso em poucos segundos.

mulher jovem empreendedora vendendo pelo celular
Jovem empreendedora verificando produto em estoque tralhando de casa.


Controle as rotas diárias dos vendedores, definindo os clientes que o vendedor deve visitar, e caso o vendedor não conclua a venda, o mesmo pode registrar o motivo de “não venda” para análises futuras. Utilize o Flex (não conhece o Flex? Veja > esse < conteúdo) para garantir ao vendedor um maior poder de negociação e ao mesmo tempo garantindo a sua margem de lucro.

 

Após a sincronização, é interessante que o pedido entre em um processo de workflow, isso mantém a integridade do seu fluxo e você poderá controlar etapa por etapa desse pedido. Caso necessário, é possível configurar também cortes automáticos que vai deixar seu pedido pronto para a entrega evitando um retrabalho.

 

E para finalizar utilize o módulo de conferência garantindo a integridade na entrega dos produtos corretos para o seu cliente, evitando furos no estoque e problemas com entrega de produtos trocados.

A mobilidade está no nosso dia a dia, por que não incorporar na sua empresa também?

Não pare no tempo e adquira agora o módulo ExplendGM, o up na sua Força de Vendas que sua empresa precisa.

 

Gostou? Então, este é o aplicativo perfeito que você mais precisa neste momento. Imagina você e seus vendedores mostrando os seus produtos para seus clientes, fechando pedidos, emitindo notas e até traçando as rotas para os entregadores, diretamente de suas casas? 

Fale agora com um de nossos consultores pelo Whatsapp: (34) 98833-9702.

Ou entre no nosso site e solicite uma demonstração.

Caso prefira, pode enviar um e-mail para comercial@explend.com.br

Siga nossas redes sociais para mais dicas:

Perdeu nossa última dica?
Confira aqui: Já conhece o Flex de vendedor?

(Texto original de Michel Jasper – Linkedin, com adaptações)

 

Antes de começar, você precisa saber o que é tendência de mercado e como, muitas vezes, ela já está acontecendo e acabamos nem percebendo.

A partir do momento em que ocorre uma mudança no mercado e que isso começa a ser uma prática e um hábito para um número significativo de shoppers, pode ser que isso seja, ou se torne uma tendência.

A tendência é durável e sequencial.

Tendência de mercado não é moda, as duas coisas são completamente diferentes. Moda é algo passageiro, é aquilo que vem e passa.

Em 2020 falei sobre algumas tendências para o varejo e muitas já estão acontecendo, mas alguns varejistas ainda não perceberam que elas já estão afetando seu negócio e suas vendas. Vou citar as 4 principais:

 

1. Lojas físicas integradas com o meio virtual

 

Nesse ponto não estou falando apenas de e-commerce, mas de integrar os canais e melhorar a experiência de compra do cliente, o famoso omnichannel.

Omnichannel é uma tendência do varejo que se baseia na convergência de todos os canais utilizados por uma empresa. Trata-se da possibilidade de fazer com que o consumidor não veja diferença entre o mundo online e o offline.

Portanto, refere-se à convergência entre as ações das lojas físicas, virtuais, aplicativos, ferramentas digitais e redes sociais. Quando uma empresa é omnichannel, o consumidor tem acesso a ela por meios online e offline, de acordo com suas necessidades.

Para trazermos esse conceito para a prática:

Em uma empresa omnichannel, o consumidor pesquisa um modelo do televisor no site e compra no aplicativo, recebendo o produto em sua casa. Digamos que o produto tenha um defeito, ele pode ir para a loja física ou até mesmo ligar para resolver o problema, viu como tudo está interligado?

Plataformas unificadas com layout similar, uma mudança de cultura e equipe preparada são os grandes desafios, e lembre-se: todos os canais precisam ter as informações do cliente.

Dê uma olhada nos dados abaixo:

— Entre 57% a 70% de uma decisão de compra é definida antes mesmo do consumidor entrar em contato com o fornecedor.

— 93% dos processos de compra começam com uma busca online.

Fazer os canais se comunicarem é um caminho sem volta.

 

2. Foco no nicho

 

Mesmo que você já tenha um mercado amplo, saber explorar os nichos desse mercado é fundamental para a saúde do seu negócio.

Nicho é um mercado menor, dentro de outro maior.

Vamos levar isso para dentro de um supermercado: pegue a categoria de água mineral, parece simples né, todo mundo toma água, mas vamos explorar os nichos dessa categoria!

Como falamos antes, todos tomam água, mas nós temos: pessoas que bebem água com gás e outras sem gás; ainda, temos pessoas que compram águas de 500 ml (versão single), e outras acima de 1 L (versão familiar); e também temos quem bebe água de coco e quem bebe água tônica.

Há alguns anos foi introduzida a água saborizada, para um nicho que estava deixando de tomar o refrigerante, mas queria algo com gás e com sabor.

Viu? Um grande mercado chamado “água”, possui vários nichos e isso acontece em toda a loja, em 100% das categorias.

Entender isso e saber gerenciar as exposições, preços, sortimento e estratégia de compra é fundamental para o sucesso do seu negócio.

 

3. Experiência de compra

 

O varejo supermercadista ainda tem forte presença de lojas físicas, e isso não vai mudar tão cedo! Já o canal online ainda não tem uma representatividade significativa. Diferenciar-se no ponto de venda virou uma estratégia de sobrevivência!

Se você pensa que o cliente deseja simplesmente ir à loja e encontrar tudo o que procura, está muito enganado. Mais do que nunca, a experiência de compra pesa muito na decisão dele e você precisa saber que o cliente compra em até três canais diferentes, então, o que vai levá-lo para dentro do seu negócio, é sim a DIFERENCIAÇÃO!

E diferenciação vai muito além do famoso “dia D” ou da feira de padaria. Ser diferente é criar estratégias de venda combinadas, ter um mix diversificado, criar diferentes ambientes de compra por NICHO — olha o tópico 2 aqui —, produzir sinalização bem-feita e saber trabalhar a compra por impulso nos pontos quentes e frios da loja.

Focar em ações sensoriais, contemplando o maior número de sentidos — audição, visão, olfato, paladar e tato —, conforme o tipo de produto ofertado é uma excelente estratégia para melhorar a experiência de compra do cliente. A compra é muito mais emocional do que racional então saiba explorar isso através dos sentidos.

Use as famosas chamadas para a ação e totens para melhorar a experiência de compra. Lembre-se que mais de 60% dos clientes mudam sua decisão de compra no PDV: ele tem informação do produto, mas ainda não decidiu.

 

4. Saudabilidade

 

Mais do que nunca a saudabilidade está em alta. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IHRSA Global Report, o Brasil é o segundo país com maior número de academias por habitante. De acordo com o levantamento, hoje o País possui cerca de 31.800 academias distribuídas de norte a sul, com 7.952 milhões de alunos.

O Brasil também possui um dos maiores crescimentos do número de idosos do mundo. A população idosa — acima de 60 anos —, deve dobrar no Brasil até o ano de 2042. Os dados são de projeções do IBGE — Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Em 2031, o número de idosos será 43,2 milhões e vai superar pela primeira vez o número de crianças e adolescentes — de 0 a 14 anos – estimado para ser de 42,3 milhões. Antes de 2050 os idosos já serão um grupo maior do que a parcela da população com idade entre 40 e 59 anos.

E isso se reflete no ponto de venda do varejo supermercadista: em quatro anos o metro linear da categoria “funcionais” cresceu 480%, ou seja, o que antes ocupava um simples módulo, hoje passou a ocupar corredores inteiros.

Em algumas empresas essa categoria chega a um crescimento de 300%, isso mesmo: 300%!

Sua loja está preparada para atender esse público? Não apenas em acessibilidade, que é lei, mas em variações de produtos, hábitos de consumo e serviços?

Esse público busca e necessita um tipo de serviço diferenciado, com mais atenção, disposição dos produtos de forma otimizada e um amplo mix de produtos saudáveis. O ideal é ter, no mínimo, duas marcas de cada produto, assim evita-se ruptura, já que essa categoria fideliza muito o cliente, podendo facilmente se tornar uma categoria destino da sua loja. Categoria destino é quando o cliente tem como referência aquela categoria na sua loja, se deslocando e até pagando mais, já que sabe que lá a experiência de compra dele será completa.

Falando sobre exposição, o setor deve ser identificado por placas padrão e a categoria deve ser separada por TIPO ou GRUPO seguindo a ordem abaixo:

Diet / Zero / Light / Sem Glúten / Sem Lactose / Orgânicos / Naturais

— Não coloque produtos muito pequenos no rodapé ou aéreo.

— Coloque os de maior valor agregado na altura dos olhos e mãos.

— A linha sem lactose é a que mais cresce, portanto, coloque 20% de espaço a mais.

Alguns clientes buscam primeiro no ponto linear normal antes de irem nessa seção, então os produtos como refrigerantes, leites, doces de frutas, achocolatados em pó, molhos, atuns e biscoitos, devem ser expostos nos dois pontos.

Este setor tem um grande fluxo de clientes idosos e que buscam informação: uma boa organização e precificação são essenciais para uma boa experiência de compra.

(Texto original de Michel Jasper no Linkedin)

Caso ainda não conheça o Sistema de Gestão da Explend, clique aqui para conferir com quantas funcionalidades podemos te ajudar.

Se estiver precisando de uma ajuda, consultoria, solução, é só clicar aqui que um de nossos consultores vai falar com você, sem nenhum compromisso.

Você também pode chamar no nosso Whatsapp: (34) 98833-9702 .

Ou nos ligar: (34) 3293-0101.

Caso prefira, envie um e-mail para marketing@explend.com.br

Siga nossas redes sociais para mais dicas:

 

 

O ano de 2020 não foi fácil pra ninguém, muito menos para os empreendedores. Muitos ainda estão em fase de recuperação, mas a melhora gradual da economia dá esperança de um 2021 um pouco mais positivo para os negócios.

 

Cabe a quem empreende estar preparado para a retomada, e isso passa pela organização da sua gestão. O analista de políticas públicas do Sebrae, Gabriel Rizza, afirma que é essencial ficar atento às questões trabalhistas, tributárias e de crédito neste fim de ano.

 

“É essencial que o empreendedor faça um planejamento para superar a pandemia, de olho nos prazos, tributos e demais formalidades que garantem o funcionamento saudável do negócio”, indica.

 

O Sebrae elaborou cinco dicas práticas com as principais questões que precisam ser observadas nesse planejamento. Confira:

 

Dívidas com o Simples

A Receita Federal confirmou que, excepcionalmente, em razão da pandemia, não haverá exclusão de microempresas do Simples Nacional em 2020. Porém, haverá a notificação de débitos existentes. Caso tenha volume no caixa, tente negociar.

 

13º Salário

No caso de adesão à redução de jornada, o Ministério da Economia determinou que o cálculo deve ser feito baseado no salário integral do colaborador. Isso significa que a redução da jornada de trabalho não entra na conta. O prazo para pagamento da primeira parcela venceu no dia 30 de novembro. A segunda parcela deve ser paga até 20 de dezembro.

 

Jornada suspensa e 13º

Para aqueles colaboradores que tiveram suspensão de um ou mais meses de trabalho, de acordo com Nota Técnica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o tempo de suspensão não entra nos cálculos do pagamento do 13º. Desse modo, a conta deve ser feita baseada somente nos meses trabalhados.

 

Renegociação de dívidas

A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – PGFN – está com condições especiais para negociação e em cada estado também há iniciativas semelhantes. Converse com seu contador e veja se sua empresa pode se beneficiar.

 

Acesse o link do site “Regularize” e verifique qual a melhor opção para a sua empresa. O prazo final para adesão em várias modalidades de renegociação é 29 de dezembro. Diversos bancos também estão fazendo movimentos semelhantes com propostas interessantes.

 

Opção pelo Simples em 2021

Para quem deseja fazer adesão ao regime simplificado de tributação, em janeiro do ano que vem, é importante eliminar as pendências. Aproveite para verificar com antecedência se existe algum problema e regularize sua situação.

(Com informações do Diário do Comércio).

 

E caso você também precise de um Sistema de Gestão Empresarial para seu negócio, você já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend.

Nosso Whatsapp: (34) 98833-9702

Ou ligue: (34) 3293-0101

Caso prefira pode enviar um e-mail para marketing@explend.com.br

Siga nossas redes sociais para mais dicas:

A partir de hoje 16 de novembro, o pix, o novo método de transferências de valores, começou a funcionar 100%, em tempo integral e promete trazer impactos nos diferentes setores do comércio, em toda a cadeia de abastecimento.

 

Agora, todas as 762 instituições financeiras e mais de 50 milhões de clientes já cadastrados poderão usar a plataforma, que vai funcionar 24 horas por dia, todos os dias do ano.

 

Ele é uma nova forma de transferir dinheiro, de forma instantânea. Vai servir como uma alternativa ao DOC e à TED para as transferências. Também poderá ser usado para fazer pagamentos, como opção ao cartão de débito, de crédito, ou ao boleto.

 

Segundo o Banco Central, as principais vantagens do Pix são:

  • O serviço estará disponível 24 horas por dia, todos os dias, inclusive finais de semana.
  • As transações serão concluídas em menos de 10 segundos.
  • O Pix será gratuito para pessoas físicas, inclusive MEIs (microempreendedores individuais).

 

Como o Pix pode impactar no comércio?

Pix
As transações financeiras com o Pix levam cerca de 10 segundos para sair de uma conta até a outra, isso pode representar um maior fluxo de caixa para o atacado distribuidor e para o varejo. Portanto, se você realizar uma venda utilizando esse meio de pagamento, você vai ter acesso quase que instantâneo ao valor pago pelo cliente.

 

Essa agilidade de ter o dinheiro em caixa também pode representar um maior controle para a área, pois ao receber a quantia no momento do pagamento, é possível ter uma maior organização do saldo total disponível. Além disso, a modalidade não tem as taxas cobradas pelas operadoras de maquininhas de cartão em compras no débito.

 

Esse modelo gera uma maior interação de compra e venda, tanto nos comércios físicos quanto os online, fazendo com que a economia gire mais rápido.

 

No e-commerce a previsão é de que, nesse novo sistema de pagamento, as desistências das compras nos carrinhos sejam reduzidas. Os pagamentos online realizados com boletos têm taxas de emissão acrescentadas e a resistência dos clientes em fornecer os dados do cartão de crédito/débito no site será praticamente anulada com o Pix.

 

Antes mesmo do seu funcionamento integral o Pix já causou estardalhaço e promete mudanças na maneira como as empresas e pessoas físicas realizam as trocas comerciais. Com alta expectativa para o modelo, já existem ideias de possíveis evoluções relacionadas a uma forma de pagamento no débito automático, que funcione para serviços de assinatura e compras recorrentes.

 

As outras formas de pagamento não desaparecerão, mas a velocidade das transações, a adesão de bancos e fintechs, a participação das maquininhas e adquirentes, o uso do QR Code, tudo isso acontecendo no ambiente digital, transformará os negócios da cadeia de abastecimento.


(Com informações e imagem da Máxima News, com alterações).

 

Já conhece os nossos Sistemas? Não? Para saber mais sobre entre em contato com a Explend.

Nosso Whatsapp: (34) 98833-9702

Ou ligue: (34) 3293-0101

Caso prefira pode enviar um e-mail para marketing@explend.com.br

Siga nossas redes sociais para mais dicas:

LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, sancionada em agosto de 2018. A LGPD estabelece regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo mais proteção e penalidades para o não cumprimento.

 

Quando o assunto é a regulamentação das políticas de uso de dados, o panorama atual evidencia o surgimento de novas tendências globais, com mudanças significativas em sistemas jurídicos de inúmeros países, cujo foco está em traçar diretrizes claras rumo à privacidade e segurança.

 

No Brasil, essa tendência também ganhou espaço. Após oito anos de debates e redações, em 14 de agosto de 2018, o presidente Michel Temer sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil (LGPD), Lei 13.709/2018. A lei está em vigor desde setembro de 2020, possibilitando às empresas e organizações um período para se adaptarem.

 

Com a LGPD, o país entra para o rol dos 120 países que possuem lei específica para a proteção de dados pessoais. A nova lei irá preencher lacunas para substituir e/ou complementar a estrutura de mais de 40 diplomas legais que, de forma esparsa, regulamentam o uso de dados no país hoje.

 

Quem deve se adequar à LGPD?

 

A LGDP é uma lei que se aplica a qualquer pessoa, física ou jurídica (pública ou privada) que faça o tratamento de dados pessoais, inclusive aqueles coletados antes do início da obrigatoriedade. Caso sua empresa trate informações de pessoas físicas, ela deve se adequar à lei.

 

Por que devo me adequar à LGPD?

 

A legislação informa penalidades bastante rígidas para quem não se adequar à LGPD, destacando:

 

  • Multas de até R$ 50 milhões. A Lei Geral de Proteção de Dados prevê sanções de 2% sobre o faturamento ou até R$ 50 milhões.
  • Má reputação para sua empresa.
  • Perda de parceiros.
  • Exclusão dos dados.

 

Qual o prazo para me adequar à LGPD?

 

Se você trata Dados Pessoais, você precisa começar a adequação agora, pois são quase vinte etapas de serviços e, dependendo do volume de dados tratados, pode levar um tempo considerável, expondo sua empresa a fiscalização da Autoridade Nacional de Proteção de Dados e imposição de multas já citadas.

(Luciano Nunes)

Não sabe como fazer essa adequação, entre em contato com a Explend Soluções, que vamos te mostrar o caminho.

Nosso Whatsapp: (34) 98833-9702

Ou ligue: (34) 3293-0101

Caso prefira pode enviar um e-mail para marketing@explend.com.br

Siga nossas redes sociais para mais dicas:

Como fica a situação dos varejistas que não querem reabrir sua loja ainda?

 

As lojas de rua e algumas de shoppings estão reabrindo aos poucos, com horários específicos, regras de higienização e controle de fluxo de clientes. Esse reinício das vendas todos já sabem que vai ser morno. E os proprietários que combinaram um aluguel menor com os lojistas, ou congelaram por um período, vão entender esse retorno fraco das atividades, qual a melhor forma de negociar estes aluguéis?

 

Para Thaís Kurita, advogada especializada em varejo e franchising, a situação precisa ser negociada entre as partes, de maneira que os lojistas possam retomar seus contratos gradualmente, pagando como aluguel um percentual do faturamento alcançado – e não um aluguel mínimo estipulado em contrato firmado antes da pandemia.

 

A reabertura dos shoppings com horário de funcionamento parcial está trazendo uma questão problemática a muitos lojistas: o cálculo de pagamento do aluguel. Com a probabilidade de faturar pouco, principalmente na retomada, os varejistas estão com receio de terem que arcar com o aluguel mínimo, estipulado em contrato celebrado antes da pandemia e que, provavelmente, será exigido pelos shoppings a partir da retomada.

 

Para que se entenda melhor a questão, a advogada explica que, via de regra, os contratos realizados entre shoppings e lojistas preveem que os aluguéis sejam cobrados sobre um percentual do faturamento da loja ou por um valor mínimo – o que for maior. “Durante a pandemia, as lojas pagavam, por um acordo, um percentual sobre as vendas, então, aquelas que continuaram operando, por delivery, pagaram aluguel sobre o que faturaram. Mas, as que não trabalharam, nada pagaram”, explica Thaís.

 

O medo dos lojistas, agora, é terem que pagar o valor mínimo, que os shoppings podem exigir, já que está no contrato, sem que eles faturem o suficiente para cobrir a despesa. “Então, muitos não querem abrir as lojas na retomada parcial, o que é um erro”, explica a advogada.

 

Como negociar?

Thaís Kurita diz que é preciso haver uma negociação entre shoppings e lojistas, de maneira que haja um acordo para que os varejistas continuem pagando o aluguel sobre o faturamento, sem cobrança de aluguel mínimo. “Caso não exista essa negociação, é necessário que o lojista recorra ao Judiciário. Mas, ele não pode simplesmente fazer justiça com as próprias mãos, deixando de abrir sua loja, porque há cláusulas contratuais que geram multas a quem descumpre regras e ele pode até mesmo perder o ponto por descumpri-las”, alerta a advogada.

 

A especialista informa que o acordo realizado entre lojistas e shoppings durante a pandemia não é válido na retomada. “São momentos diferentes e é necessário que se realizem novos acordos, para que o contrato seja retomado gradativamente. A melhor solução, é claro, é um acordo entre as partes. Mas, caso ele não exista, o lojista tem o Judiciário a quem recorrer”, finaliza.

(Com informações de Uapê Comunicação)

 

Caso ainda não conheça o Sistema de Gestão da Explend, clique aqui para conferir com quantas funcionalidades podemos te ajudar.

Se estiver precisando de uma ajuda, consultoria, solução, é só clicar aqui que um de nossos consultores vai falar com você, sem nenhum compromisso.

Você também pode chamar no nosso Whatsapp: (34) 98833-9702 .

Ou nos ligar: (34) 2512-5637.

Caso prefira, envie um e-mail para marketing@explend.com.br

Siga nossas redes sociais para mais dicas: