A partir de hoje 16 de novembro, o pix, o novo método de transferências de valores, começou a funcionar 100%, em tempo integral e promete trazer impactos nos diferentes setores do comércio, em toda a cadeia de abastecimento.

 

Agora, todas as 762 instituições financeiras e mais de 50 milhões de clientes já cadastrados poderão usar a plataforma, que vai funcionar 24 horas por dia, todos os dias do ano.

 

Ele é uma nova forma de transferir dinheiro, de forma instantânea. Vai servir como uma alternativa ao DOC e à TED para as transferências. Também poderá ser usado para fazer pagamentos, como opção ao cartão de débito, de crédito, ou ao boleto.

 

Segundo o Banco Central, as principais vantagens do Pix são:

  • O serviço estará disponível 24 horas por dia, todos os dias, inclusive finais de semana.
  • As transações serão concluídas em menos de 10 segundos.
  • O Pix será gratuito para pessoas físicas, inclusive MEIs (microempreendedores individuais).

 

Como o Pix pode impactar no comércio?

Pix
As transações financeiras com o Pix levam cerca de 10 segundos para sair de uma conta até a outra, isso pode representar um maior fluxo de caixa para o atacado distribuidor e para o varejo. Portanto, se você realizar uma venda utilizando esse meio de pagamento, você vai ter acesso quase que instantâneo ao valor pago pelo cliente.

 

Essa agilidade de ter o dinheiro em caixa também pode representar um maior controle para a área, pois ao receber a quantia no momento do pagamento, é possível ter uma maior organização do saldo total disponível. Além disso, a modalidade não tem as taxas cobradas pelas operadoras de maquininhas de cartão em compras no débito.

 

Esse modelo gera uma maior interação de compra e venda, tanto nos comércios físicos quanto os online, fazendo com que a economia gire mais rápido.

 

No e-commerce a previsão é de que, nesse novo sistema de pagamento, as desistências das compras nos carrinhos sejam reduzidas. Os pagamentos online realizados com boletos têm taxas de emissão acrescentadas e a resistência dos clientes em fornecer os dados do cartão de crédito/débito no site será praticamente anulada com o Pix.

 

Antes mesmo do seu funcionamento integral o Pix já causou estardalhaço e promete mudanças na maneira como as empresas e pessoas físicas realizam as trocas comerciais. Com alta expectativa para o modelo, já existem ideias de possíveis evoluções relacionadas a uma forma de pagamento no débito automático, que funcione para serviços de assinatura e compras recorrentes.

 

As outras formas de pagamento não desaparecerão, mas a velocidade das transações, a adesão de bancos e fintechs, a participação das maquininhas e adquirentes, o uso do QR Code, tudo isso acontecendo no ambiente digital, transformará os negócios da cadeia de abastecimento.


(Com informações e imagem da Máxima News, com alterações).

 

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LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, sancionada em agosto de 2018. A LGPD estabelece regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo mais proteção e penalidades para o não cumprimento.

 

Quando o assunto é a regulamentação das políticas de uso de dados, o panorama atual evidencia o surgimento de novas tendências globais, com mudanças significativas em sistemas jurídicos de inúmeros países, cujo foco está em traçar diretrizes claras rumo à privacidade e segurança.

 

No Brasil, essa tendência também ganhou espaço. Após oito anos de debates e redações, em 14 de agosto de 2018, o presidente Michel Temer sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil (LGPD), Lei 13.709/2018. A lei está em vigor desde setembro de 2020, possibilitando às empresas e organizações um período para se adaptarem.

 

Com a LGPD, o país entra para o rol dos 120 países que possuem lei específica para a proteção de dados pessoais. A nova lei irá preencher lacunas para substituir e/ou complementar a estrutura de mais de 40 diplomas legais que, de forma esparsa, regulamentam o uso de dados no país hoje.

 

Quem deve se adequar à LGPD?

 

A LGDP é uma lei que se aplica a qualquer pessoa, física ou jurídica (pública ou privada) que faça o tratamento de dados pessoais, inclusive aqueles coletados antes do início da obrigatoriedade. Caso sua empresa trate informações de pessoas físicas, ela deve se adequar à lei.

 

Por que devo me adequar à LGPD?

 

A legislação informa penalidades bastante rígidas para quem não se adequar à LGPD, destacando:

 

  • Multas de até R$ 50 milhões. A Lei Geral de Proteção de Dados prevê sanções de 2% sobre o faturamento ou até R$ 50 milhões.
  • Má reputação para sua empresa.
  • Perda de parceiros.
  • Exclusão dos dados.

 

Qual o prazo para me adequar à LGPD?

 

Se você trata Dados Pessoais, você precisa começar a adequação agora, pois são quase vinte etapas de serviços e, dependendo do volume de dados tratados, pode levar um tempo considerável, expondo sua empresa a fiscalização da Autoridade Nacional de Proteção de Dados e imposição de multas já citadas.

(Luciano Nunes)

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Com as medidas de isolamento e quarentena em decorrência da pandemia do novo coronavírus, as pessoas passaram a ter maior demanda de comunicação virtual, seja no âmbito do teletrabalho, seja para comunicação entre amigos e parentes. As aplicações de videoconferência são uma das ferramentas que vêm ganhando mais popularidade.

Confira uma lista de alternativas que podem ser utilizadas pelos usuários.

 

Zoom

O Zoom é um aplicativo (app) de videoconferência que permite até 100 pessoas em uma reunião. Na modalidade gratuita, ele permite chamadas por até 40 minutos. Para além disso, é preciso adquirir um plano pago. Para acessar, a pessoa precisa baixar a aplicação, tanto no desktop quanto no smartphone. O aplicativo está entre os top charts da Play Store, onde tem a nota 4 (na escala de 0 a 5).

 

WhatsApp

Mais popular app de mensagens do país, o WhatsApp permite videochamadas com até quatro pessoas. Não há necessidade de baixar aplicação diferente ou de pagar pelo serviço. Mas a limitação de integrantes restringe a funcionalidade, impedindo videoconferências com um público maior.

 

Facebook Messenger

O Facebook também possui como solução de videoconferência o Messenger, que é utilizado pela rede social como sua ferramenta de mensagens. Ele tem como vantagem o fato de permitir a participação de pessoas com contas no Facebook, beneficiando-se da grande base de usuários que a empresa possui. Só no Brasil, são mais de 136 milhões.

 

Google hangout

O Google hangout é uma das ferramentas da suíte de trabalho do Google (para além de Gmail, Drive e Documentos). Ele é integrado um aplicativo específico que precisa ser baixado, permitindo chamadas para os contatos do usuário. Para isso, é preciso que todos os participantes da chamada tenham também uma conta no Google. Ele permite reuniões com até 150 pessoas. Ainda há uma versão antiga, associada ao Gmail, o app e a versão Hangout Chats, integrada à suíte corporativa do Google. Esta última implica a aquisição do pacote suíte, que é pago.

 

Microsoft teams

O Microsoft teams é a solução de videconferência que integra o pacote de ferramentas corporativas da Microsoft, o Office 365. Embora seja pago, a Microsoft liberou o uso do teams durante o período da pandemia. Ele possui capacidade maior e comporta até 10 mil participantes. O app permite também o acesso por meio de links, não necessitando baixar quando a pessoa está no desktop.

 

Skype

Também da Microsoft, o Skype é uma das mais antigas plataformas de chamadas online. O aplicativo permite videoconferências com mais de 10 participantes. Para acessar, é preciso baixar o programa tanto no desktop quanto no smartphone e criar uma conta. Quem já possui uma conta na Microsoft pode utilizá-la.

 

Jitsi

O Jitsi é uma plataforma de videoconferência sem fins lucrativos e de código aberto (e não proprietário, como as anteriores). Ela também permite videoconferências com dezenas de participantes. A diferença é que não há necessidade de baixar o programa (apenas caso a participação se dê por um smartphone) nem de colocar um e-mail válido. No site, qualquer pessoa pode criar uma conferência e chamar outros a participar pelo envio de um link.

 

Line

O Line, a exemplo de outros apps como o Skype, surgiu como uma ferramenta de videochamadas. Ele permite chamadas entre duas pessoas. mas também em grupos. Assim como Skype, FB Messenger e Whatsapp, ele permite comunicação por texto e envio de imagens e documentos. O recurso é gratuito e também pode ser encontrado em lojas de aplicativos.

(Pequenas Empresas Grandes Negócios).

 

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