Como fica a situação dos varejistas que não querem reabrir sua loja ainda?

 

As lojas de rua e algumas de shoppings estão reabrindo aos poucos, com horários específicos, regras de higienização e controle de fluxo de clientes. Esse reinício das vendas todos já sabem que vai ser morno. E os proprietários que combinaram um aluguel menor com os lojistas, ou congelaram por um período, vão entender esse retorno fraco das atividades, qual a melhor forma de negociar estes aluguéis?

 

Para Thaís Kurita, advogada especializada em varejo e franchising, a situação precisa ser negociada entre as partes, de maneira que os lojistas possam retomar seus contratos gradualmente, pagando como aluguel um percentual do faturamento alcançado – e não um aluguel mínimo estipulado em contrato firmado antes da pandemia.

 

A reabertura dos shoppings com horário de funcionamento parcial está trazendo uma questão problemática a muitos lojistas: o cálculo de pagamento do aluguel. Com a probabilidade de faturar pouco, principalmente na retomada, os varejistas estão com receio de terem que arcar com o aluguel mínimo, estipulado em contrato celebrado antes da pandemia e que, provavelmente, será exigido pelos shoppings a partir da retomada.

 

Para que se entenda melhor a questão, a advogada explica que, via de regra, os contratos realizados entre shoppings e lojistas preveem que os aluguéis sejam cobrados sobre um percentual do faturamento da loja ou por um valor mínimo – o que for maior. “Durante a pandemia, as lojas pagavam, por um acordo, um percentual sobre as vendas, então, aquelas que continuaram operando, por delivery, pagaram aluguel sobre o que faturaram. Mas, as que não trabalharam, nada pagaram”, explica Thaís.

 

O medo dos lojistas, agora, é terem que pagar o valor mínimo, que os shoppings podem exigir, já que está no contrato, sem que eles faturem o suficiente para cobrir a despesa. “Então, muitos não querem abrir as lojas na retomada parcial, o que é um erro”, explica a advogada.

 

Como negociar?

Thaís Kurita diz que é preciso haver uma negociação entre shoppings e lojistas, de maneira que haja um acordo para que os varejistas continuem pagando o aluguel sobre o faturamento, sem cobrança de aluguel mínimo. “Caso não exista essa negociação, é necessário que o lojista recorra ao Judiciário. Mas, ele não pode simplesmente fazer justiça com as próprias mãos, deixando de abrir sua loja, porque há cláusulas contratuais que geram multas a quem descumpre regras e ele pode até mesmo perder o ponto por descumpri-las”, alerta a advogada.

 

A especialista informa que o acordo realizado entre lojistas e shoppings durante a pandemia não é válido na retomada. “São momentos diferentes e é necessário que se realizem novos acordos, para que o contrato seja retomado gradativamente. A melhor solução, é claro, é um acordo entre as partes. Mas, caso ele não exista, o lojista tem o Judiciário a quem recorrer”, finaliza.

(Com informações de Uapê Comunicação)

 

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As novas tecnologias vêm revolucionando a cada dia a maneira como as empresas se comunicam com os seus clientes. Com o processo acelerado de transformação digital, já não é novidade que as interações estão muito mais rápidas e eficazes, seja qual for o tamanho ou segmento da organização. Principalmente o varejo que vem transformando essa forma de atendimento mais consistente no WhatsApp.

É bem provável que você, por exemplo, já tenha feito algum tipo de compra, ou pelo menos alguma consulta via WhatsApp, não é mesmo? Afinal, 99% dos celulares no Brasil têm o aplicativo instalado.

De acordo com pesquisa divulgada pelo Sebrae, pelo menos 72% dos brasileiros já usaram o WhatsApp para interagir com marcas e mais de 80% das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) que usam o aplicativo, acreditam que ele contribui para o crescimento de seus negócios.

Em 2018, o app queridinho dos brasileiros criou o WhatsApp Business – uma versão do seu mensageiro feita especialmente para as empresas. Só que, com o tempo, essa versão passou a não ser totalmente eficaz para atender algumas organizações.

Isso porque a versão do aplicativo, no início, era bem simples e, basicamente, só permitia que você programasse mensagens automáticas. As solicitações devem ser respondidas uma a uma, o que gera um grande problema às empresas que precisam cada vez mais de agilidade e eficiência nos atendimentos.

Com o tempo, algumas melhorias já foram realizadas. Agora já é possível colocar produtos no catálogo do app, com foto, descrição e até o preço.

A solução para a parte mais simples do aplicativo faz parte de um processo que vem se popularizando cada vez mais, principalmente no varejo, que busca um sistema que permita otimizar operações e escalar o seu atendimento.

Os sistemas de atendimento automatizados simulam uma conversa humana e respondem às dúvidas dos clientes. Tudo isso integrado ao WhatsApp.

Além disso, os benefícios que esse tipo de ferramenta pode trazer a uma empresa de varejo são incontáveis. A automatização desse tipo de processo garante mais agilidade na hora do atendimento, precisão de resposta, redução de falhas, disponibilidade 24h, além, claro, a economia de recursos.

No fim das contas, os clientes ficam satisfeitos com a opção de se comunicar com empresas em tempo real, além do tempo de espera reduzido e do fato de que eles não estão mais limitados a certos horários para fazer o contato.

É importante destacar que esse processo de robotização pode ter graus de complexidade variados. O interessante é que quando você utiliza uma ferramenta para desenvolver uma solução desse tipo é possível personalizar os chatbots.

Uma pizzaria, por exemplo, pode colocar o seu cardápio no WhatsApp e permitir com que o cliente tenha acesso ao menu, na palma da mão, e faça o pedido de sua pizza de forma automatizada.

No caso de uma loja de roupas, por exemplo, o chatbot pode ser integrado com o seu ERP para que tenha acesso a informações dos produtos catalogados, do estoque e pode efetuar um atendimento mais completo e eficaz.

A robotização do atendimento via Whatsapp oferece, portanto, um grande potencial para as empresas atraírem novos clientes e aprimorarem seu relacionamento com os atuais. E o melhor: a automação do atendimento não está disponível só para as grandes empresas, mas também aos pequenos.
(Com informações do site contábeis.com.br)

 

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Resiliência, diz o dicionário, é a capacidade de se adaptar ou até mesmo evoluir após momentos de adversidade. Uma palavra que define muito bem o que move muitos empresários neste momento de incerteza. A pandemia do coronavírus, que não tem data nem hora para acabar, desestabilizou os empreendedores, ameaçando o faturamento de quase todos os setores da economia. Mas há quem resista e, com criatividade, busque soluções inovadoras para manter seus negócios de pé.

 

O cenário é desafiador, sobretudo, para micro e pequenos empresários, com pouco capital de giro. Na opinião de Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), um processo recessivo bastante pronunciado se anuncia. “Mesmo nesse cenário, há subprodutos positivos”, diz. O especialista lembra que a necessidade é a mãe da criatividade. “O ser humano tem instinto de poupar energia, por isso se esforça na medida que precisa. A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação”, afirma. Várias possibilidades, antes alternativas, se mostraram eficientes e vão se perpetuar, diz o professor. “As pessoas estão despertando para novas formas de trabalho. O que faz o homem caminhar é a busca incessante para vencer as adversidades”, acrescenta.

 

Essa busca é incansável para o empresário André Vasquez, 40 anos, sócio de Marina Cavechia e Pablo Julio no Teta, bar, restaurante e queijaria que precisou fechar as portas com o decreto do governador Ibaneis Rocha, depois de dois anos servindo almoço e jantar na 103 Sul. “Tivemos que implementar o delivery, adaptar pratos e testar embalagem em 48 horas, com parte da equipe em férias”, conta André.

 

O Teta criou um cartão de presente, para usar no delivery ou quando o restaurante reabrir as portas. “As pessoas continuam fazendo aniversário e estão se presenteando virtualmente”, assinala André. Além disso, o estabelecimento está divulgando cursos, pelas redes sociais, de harmonização e de fabricação de queijo. “Lançamos o “Antes teta do que nunca”, uma promoção para quem está juntando os amigos por bate-papo na internet. Se encomendar até as 14h, entregamos às 19h, sem custo de frete e, dependendo do tamanho da compra, com 10% de desconto. Até chope e drinques enlatados entregamos”, explica.

 

Ainda assim, a receita caiu a 30%. “A gente trabalha com alguns cenários. Se o programa do governo se concretizar, com postergação de impostos, vamos empatar com o delivery. Nossa luta é sobreviver”, revela André. Na opinião do empresário, que foi rápido em criar alternativas para manter o negócio em pé, o governo está muito devagar. “Isso causa uma insegurança muito grande. É custoso contratar e treinar. Ninguém quer demitir, mas temos um limite”, alerta.

 

O sentido de resiliência diz que é possível evoluir diante de adversidades. Pois foi o que aconteceu com a Gaúcha Prendada, um negócio que surgiu pequeno, do tradicionalismo de Daiane Wolff Fialho, 36, de Taquara (RS). Casada com o brasiliense Rafael Costa Mendes, 36, Daiane mora há 10 anos em Brasília e, em junho do ano passado, decidiu aproveitar a experiência em vendas, adquirida em anos de trabalho numa empresa que fechou as portas, para montar um negócio próprio. “Eu faço pães e cucas artesanais, como aquelas que só têm no Rio Grande do Sul, para resgatar o sabor de casa”, conta.

 

As vendas eram realizadas em nove feiras semanais. O movimento foi tão bom que o marido, engenheiro agrônomo, saiu da empresa em que trabalhava, no início do ano, para se dedicar a ajudar a Gaúcha Prendada. “Investimos no negócio e levamos um susto enorme com a pandemia. Pensamos: vamos ficar em casa e esperar. Mas caímos na real de que precisamos do giro para nos manter”, assinala Daiane.

 

Com a suspensão das feiras no Distrito Federal, a empresa começou a receber ligações dos clientes. “Optamos por fazer entrega. No começo, foi só para sobreviver, mas conseguimos aumentar nossa receita”, revela a gaúcha. “A gente mesmo entrega, três vezes por semana. Tínhamos uma clientela fixa, mas surgiram novos clientes. Dobramos nossa produção, porque, agora, atendemos locais que não tinham feiras, como Águas Claras, Taguatinga Jardim Botânico”, diz. A ideia é manter o delivery quando tudo voltar ao normal.

 

Turbinada

Com um serviço de delivery muito tímido, a rede Bio Mundo, de produtos saudáveis, turbinou as entregas para fazer frente ao fechamento de 75% de suas operações em Brasília. O CEO da companhia, Edmar Mothé, conta que, das 15 lojas próprias no DF, apenas cinco permanecem abertas, consideradas essenciais. “Éramos muito concentrados em lojas físicas, mas, com o fechamento de shoppings, migramos para uma plataforma mais agressiva de delivery, com um trabalho forte na mídia”, destaca. Além da rede própria, fundada em Brasília em 2015, a Bio Mundo tem mais de 100 franquias em 15 estados do país.

 

“O delivery começou representando 7% da nossa receita. Batemos 10%. E a expectativa é logo alcançar 15%, para chegar a 20%”, ressalta Edmar. O otimismo do empresário vem da preocupação crescente entre os clientes em adquirir produtos bons para a imunidade. “O apelo saudável ajuda. Atendemos diabéticos, celíacos, hipertensos, intolerantes à glúten e à lactose. Essas pessoas estão se cuidando mais.”

 

“A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação.”

 

(Correio Braziliense. Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar).

 

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Lojas fechadas, consumidores em casa e estoque parado. Essa equação pode ser convertida em ganhos ou perdas. Depende da visão que o empreendedor tem nesse momento de quarentena por conta do avanço do novo coronavírus.

Cada estratégia vai depender do tipo de negócio oferecido pela empresa. Se trabalhar com alimentos, remédios ou bens perecíveis, por exemplo, a ordem é tentar escoar tudo antes da data de validade, seja com promoções em delivery ou até mesmo doação.

“Os bens essenciais continuam tendo demanda. Logo, em farmácias, supermercados e restaurantes que fazem entregas, por exemplo, o abastecimento de estoque é necessário nesse momento”, afirma o assessor econômico da Fecomércio SP, Guilherme Dietze.

A entidade recomenda que estabelecimentos comerciais de bens duráveis não aumentem estoque nesse momento. O especialista ajudou a listar algumas dicas para quem atua nesse nicho conseguir dar vazão ao estoque parado e movimentar o fluxo de caixa. Confira:

Diminua a margem de lucro

A porta está fechada, mas o custo do estoque continua ali. O especialista sugere que o empreendedor que não tem um e-commerce negocie os produtos em redes sociais ou sites específicos para venda que atinjam a clientela do bairro, para que consiga fazer a entrega em domicílio. “Essa é a hora de vender o estoque para gerar caixa, pagar aluguel, custos básicos e funcionários, sem se preocupar tanto com a margem de lucro, pois não sabemos por quanto tempo o comércio terá que ficar parado”, diz Dietze.

Ele também recomenda que o lojista procure crédito a preços acessíveis para honrar todos os pagamentos nesse período e manter a empresa aberta. “É preferível sobreviver com crédito barato agora a demitir todo mundo, vender todo o mobiliário e depois ter que recomprar tudo novamente e treinar novos funcionários. O tempo perdido com isso talvez seja maior do que tentar sobreviver durante essa crise, preservando o negócio e os empregos”, aconselha.

Enxergue oportunidades

Bens duráveis e semiduráveis são os que mais têm sofrido com a crise no momento. Principalmente os varejos de móveis, vestuário e eletroeletrônicos. Nesse sentido, Dietze aconselha que o empreendedor analise o contexto: crianças em casa e trabalho em esquema de home office são os cenários de boa parte da população nesse momento, por exemplo. Assim, uma loja de brinquedos pode oferecer itens educativos ou novos produtos que distraiam os pequenos, por redes sociais ou pelo mailing de pais que já tem, e negócios de móveis podem focar em utensílios para melhorar o trabalho em casa, como mesas, cadeiras e luminárias, ou até mesmo oferecer um home office planejado.

“Nessa linha cabe a criatividade do brasileiro. Ache sua maneira de desovar estoque. Deixe folhetos no bairro, faça as entregas, procure saber se há interesse de compra pelo seu produto. Estoque elevado é custo e é o que a empresa menos precisa nesse momento.”

Aposte em produtos com valor menor

Não é um bom momento para vender itens de maior valor, como eletrônicos e eletrodomésticos, na visão do especialista. “As pessoas estão com medo de perder seus empregos”, diz. Assim, aposte em itens de menor valor, que vão trazer um retorno financeiro mais rápido para o negócio.

Dietze comenta que a imprevisibilidade é o ponto central dessa crise, tanto para o cliente quanto para as empresas. Por essa razão, o foco do empreendedor deve ser fazer caixa suficiente para o próprio sustento e pagar custos fixos que não foram abonados. “Duas semanas de perdas de vendas podem ser recuperadas gradualmente depois. Mas o cenário é outro quando se fala em três a quatro meses com tudo parado.”

Considere doações

O momento é de solidariedade, uma vez que é completamente atípico e contraria qualquer teoria econômica. Alguns produtos de primeira necessidade podem não ter a saída esperada, por exemplo. “Muita gente já está sofrendo pela reclusão social. Pouco a pouco, oferecer certa solidariedade faz bem. Oportunismo não é palavra adequada para esse momento. Se você pode doar, é movimento razoável”, sugere Dietze.

(Pequenas Empresas Grandes Negócios).

Temos um outro artigo que falamos mais sobre como diminuir “O furo no estoque”, para ver é só clicar aqui.

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